O tenente-coronel Cunha, porta-voz da 6ª Região Militar, reiterou que o líder grevista Marco Prisco exigiu, durante negociação que avançou pela madrugada, sua saída pelos fundos da Assembleia Legislativa da Bahia em troca da rendição. De acordo com o militar, Prisco alegou que tal medida era necessária para preservar a sua integridade física. Questionado sobre a permanência do Exército na cidade, já que a greve parece se encaminhar para um final próximo, ele colocou as tropas à disposição do Estado. “O Exército vai permanecer nesse período de transição. Estaremos aqui enquanto a Secretaria de Segurança Pública precisar”,assegurou. O tenente-coronel também reafirmou a permanência do general Gonçalves Dias no comando da operação, a despeito das informações de que o militar teria sido afastado da função depois de confraternizar com grevistas e se emocionar após receber um bolo dos manifestantes. Cunha relatou ao BN que a opção de invadir a Casa Legislativa nunca foi considerada. “Desde o princípio, conforme as diretrizes do general Gonçalves Dias, a intenção do Exército foi operar para evitar qualquer tipo de confronto. A nossa maior dificuldade foi mostrar, inclusive a vocês da imprensa, que essa era uma operação pacífica”, declarou.


10:11
Itacaré Urgente

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