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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Brasil quer fim do cacau importado em 5 anos.

A vassoura-de-bruxa devastou plantações e colocou o Brasil na posição de importador de cacau. Agora, passados 23 anos do surgimento da praga, o país persegue o objetivo de atingir a autossuficiência a partir de 2017. Uma das principais ações para cumprimento da meta acontece em Barro Preto, município localizado ao sul da Bahia (a 447 km de Salvador), numa parceria entre o governo federal e a fabricante mundial de alimentos Mars. Por meio de pesquisas em desenvolvimento, eles pretendem elevar em 361,5% –dos atuais 195 quilos, em média, para 900 quilos– a produtividade de cacau por hectare na região, famosa pela tradição de Ilhéus.A crescente demanda de cacau pela indústria do chocolate é o principal fator para a reação, mas também estão em jogo a recuperação da economia e a manutenção da atividade dos cerca de 60 produtores de cacau brasileiros. Somente na última safra (2011/2012), a procura por cacau exigiu a importação de pelo menos 80,4 mil toneladas da fruta. A produção nacional alcançou 245,4 mil toneladas, sendo a maior contribuição a da Bahia– 63,6%.
O deficit da produção mundial de cacau, que pode chegar a 1 milhão de toneladas até 2020, segundo cálculos da indústria, aumenta a preocupação. Dados recentes da ICCO (Organização Internacional do Cacau) apontaram queda na produção de 319 mil toneladas na última safra, de 4,3 milhões de toneladas, em relação à anterior, em razão de problemas nas lavouras da Costa do Marfim, maior produtor mundial.
“A autossuficiência brasileira é garantida com aumento da produtividade. Estamos caminhando para isso e ainda teremos menos exposição aos riscos, como doença”, disse o diretor da Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), Jay Wallace da Silva Mota.
(Folha São Paulo)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Brahma Lança Latinha que Vira Copo.

                            
O novo lançamento da cerveja, que vem investindo fortemente em marketing visual, é o "Brahma Copaço", casamento da latinha com o copo. De acordo com a Brahma, a criação do produto foi baseada em grupos de pesquisas mensais realizados pela Ambev, com mais de 2,5 mil pessoas. O resultado foi que o consumidor prefere tomar sua cervejinha contando com a experiência do copo, mas também com a conveniência da lata. Deu no que deu. O "Brahma Copaço", que ainda não chegou à Bahia, é vendido em latas de 350 ml. A latinha não apresenta modificações laterais, trazendo apenas no topo as instruções de abertura.
Fonte: Bahia Negócios.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A TIM negocia parceria para oferecer TV por assinatura no Brasil.

                              

A TIM Participações está negociando parceria com provedores de conteúdo para oferta de serviços de TV por assinatura, disse à Reuters nesta terça-feira o diretor comercial da empresa, Lorenzo Lindner.
Segundo ele, a TIM pretende iniciar a oferta de produtos de TV paga no Brasil em 2012.
A negociação ocorre após o Senado aprovar, na semana passada, projeto de lei que abre o mercado de TV a cabo para as empresas de telecomunicações –como as operadoras de telefonia fixa–, nacionais e estrangeiras, e define cotas nacionais de programação.
Com a aprovação do projeto, empresas estrangeiras também poderão explorar sem restrições o mercado de distribuição de TV a cabo. Pela regra atual, elas só podiam atuar por meio de outras empresas, com participação limitada em 49%.
O texto segue agora para sanção presidencial. O projeto unifica a regulamentação de TV por assinatura, seja via satélite, cabo ou micro-ondas, e derruba a legislação específica para TV a cabo hoje em vigor.
As empresas de telefonia fixa poderão vender os chamados “combos” de TV paga, telefone e banda larga. Elas continuarão de fora do processo de produção de conteúdo.
O projeto de lei define ainda cotas para produção nacional. Os canais deverão veicular, durante o horário nobre, que vai das 18h às 22h, três horas e meia por semana de conteúdo produzido no Brasil.
Há ainda a determinação de que metade da cota nacional seja produzida por empresas que não sejam vinculadas a grupos de radiodifusão. Será um total semanal de 1 hora e 45 minutos de programação independente.
O texto determina à Ancine (Agência Nacional de Cinema) a função de verificar o cumprimento dessa meta de veiculação de conteúdo brasileiro e independente. O papel da agência foi a principal crítica da oposição no Senado.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Grupo Boticário entra no ramo da moda.


A Participação minoritária do Grupo Scalina, dono das marcas de moda íntima feminina Scala e Trifil. Com a transação, o Boticário passa também a atuar na indústria do vestuário. Mas a aquisição ainda está em fase de conclusão, o que deve acontecer, segundo comunicado do próprio Boticário, nos próximos 30 dias. 
O grupo Boticário já vem há algum tempo buscando diversificar o perfil de seus negócios. Em fevereiro deste ano, a empresa lançou a Eudora, também de perfumes e cosméticos, mas, ao contrário da rede Boticário original, atuando também no sistema de venda direta. A Scalina é a maior fabricante brasileira de ligerie e meias, com participação de cerca de 10%. Seu faturamente é superior a R$ 400 milhões por ano. Em 2010, a rede de lojas do Boticário faturou R$ 4,6 bilhões, montante 28% maior que o do ano anterior.
Fonte: Bahia Notícias.

Flamengo fecha parceria com operadora de celular e o torcedor pode ganhar chip exclusivo.

                                   
O Flamengo anunciou, nesta segunda-feira (22), em uma entrevista coletiva concedida pela presidente Patrícia Amorim, a parceria com a operadora de celular Tim. Pelo acordo, a empresa lançou chips exclusivos para torcedores do clube, que passarão a ter privilégios. No acerto, o Flamengo vai receber 10% do valor dos chips vendidos. 
Patrícia Amorim ressaltou a importância da parceria entre operadora e o clube. 
Desde quando acertamos com a Tim, em março deste ano, sabíamos que nossa relação seria de parceria. Os frutos já começam a aparecer. Lançamos hoje no mercado mais um produto para aproximar ainda mais o torcedor do nosso time. É uma grande satisfação implementar inovações como esta que comprovam e valorizam ainda mais a força da marca Flamengo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Japonesa Kirin compra controle da Schincariol por R$ 3,95 bi.

                                 
O grupo japonês Kirin anunciou nesta segunda-feira a aquisição do controle da cervejaria brasileira Schincariol por R$ 3,95 bilhões.
A Kirin comprou a Aleadri-Schinni Participações e Representações, de Alexandre e Adriano Schincariol. A holding Aleadri-Shinni tem 50,45% das ações da Schincariol.
"A aquisição irá se somar à estratégia internacional integrada de bebidas do grupo, dando à Kirin uma sólida base no mercado brasileiro, que apresenta rápido crescimento, em adição à base já existente nas regiões da Ásia e da Oceania", afirmou a Kirin em comunicado em seu site.
A Kirin espera que o crescimento no país se mantenha estável, impulsionado pela expansão econômica e pelo aumento da renda das famílias. A Schincariol tinha despertado o interesse de cervejarias globais como Heineken e SABMiller.
A Schincariol - dona das marcas Nova Schin, Devassa, Glacial, Baden Baden e Eisenbahn, além de refrigerantes, sucos e água - teve teve lucro líquido de R$ 54 milhões em 2010 e receita líquida de quase R$ 2,9 bilhões.
A conclusão da operação está prevista para o terceiro trimestre deste ano, após passar por análise antitruste.
Fonte: O Estadão.

 
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